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	<title>Accustandard &#124; Colunas para HPLC &#124; Vials &#124; Vários Produtos para Pesquisa Científica</title>
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	<description>A CMS junto com a Unitech USA traz para o Brasil toda linha de Padrões, vendemos Accustandard, Colunas para HPLC, Vials, temos vários produtos para pesquisa científica, entre em contato.</description>
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		<title>Brasil quer se tornar membro de centro europeu que cuida do LHC</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:33:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[centro europeu]]></category>
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Laboratório é onde ocorre a busca pela &#8216;partícula de Deus&#8217;.
Ministério estuda como obter verba para pagar cota de participação.
Eduardo Carvalho
O Brasil está estudando como ter dinheiro para se tornar membro associado do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), que é responsável pelo Grande Colisor de Hádrons (LHC), segundo uma comissão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/cms8.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-775" title="cms" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/cms8-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p><em>Laboratório é onde ocorre a busca pela &#8216;partícula de Deus&#8217;.<br />
Ministério estuda como obter verba para pagar cota de participação.</em></p>
<p>Eduardo Carvalho</p>
<p>O Brasil está estudando como ter dinheiro para se tornar membro associado do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), que é responsável pelo Grande Colisor de Hádrons (LHC), segundo uma comissão de trabalho convocada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para negociar a entrada do país na organização. A pasta está na fase final da avaliação da melhor forma de obter a verba para a filiação do país ao projeto.</p>
<p>Em entrevista concedida ao G1, o ministro da Ciência, Marco Antonio Raupp, recém-empossado, afirmou que o governo trabalha em uma forma de “engenharia financeira” para conseguir a aprovação do investimento necessário para a entrada no Cern.</p>
<p>&#8220;Estamos trabalhando para construir uma ‘engenharia financeira’ para [...] a vinculação do Brasil ao Cern. Precisamos reforçar nossa base de conhecimento, visando a ampliação e qualificação da mão de obra científica&#8221;, afirmou Raupp.</p>
<p>Após a entrevista, o repórter do G1 conversou com Ronald Cintra Schellard, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e presidente da comissão que prepara a documentação necessária &#8212; que deve ser entregue ao centro europeu até março.</p>
<p>Se for aprovado, o país terá que pagar uma cota anual para ser considerado membro do projeto &#8212; esse valor ainda precisa ser definido pelo Cern, mas há dois anos era de aproximadamente US$ 15 milhões ao ano.</p>
<p>O número é obtido a partir de um cálculo já estipulado pelo conselho do Cern, que utiliza o Produto Interno Bruto (PIB) das nações como referência. No caso do Brasil, que será membro associado, será equivalente a 10% do total pago pelos países que já possuem cadeira efetiva no conselho como Alemanha, Reino Unido e Portugal.</p>
<p>O Cern é uma organização internacional que gerencia o maior laboratório de física de partículas do mundo. A estrela desse laboratório é o acelerador de partículas LHC, o maior projeto de cooperação científica mundial e também a maior ferramenta já construída pelo homem. É no LHC que dois grupos de pesquisa independentes estão à procura do bóson de Higgs, apelidado de a &#8220;partícula de Deus&#8221;.</p>
<p>De acordo com Schellard, esse relatório terá dados sobre estrutura de pesquisa, número de cientistas e indústrias voltadas ao setor existentes no país. &#8220;Nós negociamos os termos com o Cern, mas devido à falta de recursos [do ministério], esse ingresso ficou interrompido por um tempo&#8221;, disse Schellard.</p>
<p>Segundo ele, mesmo sem ser membro efetivo, o Brasil já conta com mais de cem pesquisadores ligados aos experimentos realizados pelo Centro Europeu. &#8220;É a maior equipe entre as nações que não são membros permanentes no Conselho Superior&#8221;, afirma.</p>
<p>De acordo com Sérgio Novaes, professor da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e pesquisador do Cern, o país teria vantagens científicas ao participar efetivamente do projeto. “Abre possibilidades interessantes de retorno do investimento feito pelo Brasil.</p>
<p>Não somente em bolsas científicas e posições de pesquisa, mas também em relação à indústria nacional, que passa a ter ‘carta branca’ para participar de licitações para fornecimento de serviços e equipamentos em diversas áreas do Cern [entre elas o LHC]”, disse.</p>
<p><strong>Entrevista com o ministro</strong></p>
<p>Há 11 dias no cargo, Marco Antonio Raupp substituiu Aloizio Mercadante, que foi para o Ministério da Educação.</p>
<p>Além do Cern, Raupp conversou com o G1 sobre outros temas da nova gestão do ministério.</p>
<p>Segundo ele, as decisões tomadas por seu antecessor serão continuadas “já que o governo é o mesmo”. A meta é cumprir entre 2012 e 2015 o que foi definido na Estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação. “Vamos nos esforçar para executar essa programação”, disse.</p>
<p>O físico afirma que vai tentar elevar a quantidade de recursos humanos na área científica do país e estabelecer nova infraestrutura para pesquisa. Isso tendo nos cofres um montante de R$ 8,5 bilhões, que corre risco de sofrer restrições devido à recessão econômica no exterior.</p>
<p>“Ano passado tivemos cortes. Esse ano já superamos, mas estamos na expectativa se vamos executá-lo [o orçamento] plenamente ou com restrições. Está em jogo a gestão da política econômica, a qual vamos nos adaptando.”, disse o ministro.</p>
<p>Ex-presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Raupp afirma que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) vai se tornar um braço da agência.</p>
<p>A proposta anterior, de fusão das duas instituições, foi descartada. “Saímos desse modelo porque achamos que não era conveniente. O que será encaminhado não só para o Inpe, mas para todos os institutos do MCTI é uma vinculação com as agências e secretarias. O Inpe ficará vinculado à AEB. [...] O Inpe mantém sua identidade como instituição de pesquisa do MCT”, afirmou.</p>
<p>Um dos principais desafios da agência espacial é a construção de um veículo lançador de satélites nacional. O VLS terá lançamentos não-operacionais até o final de 2012, segundo o ministro, com o apoio de empresas russas. Se tudo der certo, a fabricação do foguete completo deve acontecer a partir de 2018.</p>
<p>Raupp falou também sobre a produção de iPads no Brasil, pela multinacional Foxconn. Segundo ele, a pasta espera que as questões burocráticas sobre a instalação da fábrica se resolvam até o fim de junho.</p>
<p>“Este processo corre nos ministérios da Indústria e Comércio e Fazenda. Teve um esforço do ministro Mercadante em atrair a empresa, que tem a intenção de implantar fábricas. Mas agora, na negociação entra os municípios candidatos e os estados que vão oferecer condições para atrair a companhia. O MCT articulou tudo, mas sobre os agentes de financiamento e outras questões, outros ministérios têm que resolver. A nossa expectativa é que até o fim do primeiro semestre tudo se resolva”, afirmou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/brasil-quer-se-tornar-membro-de-centro-europeu-que-cuida-do-lhc.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>Diabetes não controlada aumenta perda auditiva em mulheres</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2012/01/31/diabetes-nao-controlada-aumenta-perda-auditiva-em-mulheres/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 18:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[No laboratório]]></category>

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Estudo mostrou que mulheres que não controlam diabetes podem ter mais problemas para ouvir do que aquelas que controlam a doença
Mulheres com diagnóstico de diabetes podem ter maior perda auditiva à medida que envelhecem. O problema pode piorar principalmente se a doença não estiver sendo controlada com medicamentos. É o que sugere um estudo feito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/diabetes-mortalidade-20110303-size-598.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-770" title="diabetes-mortalidade-20110303-size-598" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/diabetes-mortalidade-20110303-size-598-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p><em>Estudo mostrou que mulheres que não controlam diabetes podem ter mais problemas para ouvir do que aquelas que controlam a doença</em></p>
<p>Mulheres com diagnóstico de diabetes podem ter maior perda auditiva à medida que envelhecem. O problema pode piorar principalmente se a doença não estiver sendo controlada com medicamentos. É o que sugere um estudo feito por pesquisadores do Hospital Henry Ford, em Detroit. Entre os homens, a perda foi pior tanto para os que tinham diabetes como para os que não tinham a doença.</p>
<p>Para o estudo, os pesquisadores revisaram registros médicos de 990 pacientes que fizeram exames de audição entre os anos de 2000 e 2008. Depois, eles foram divididos em categorias por gênero, idade e se tinham ou não diagnóstico de diabetes. Então, aqueles que tinham diabetes foram separados em dois grupos: os que controlavam bem o diabetes e os que não faziam controle da doença com medicamentos.</p>
<p>De acordo com os resultados da pesquisa, mulheres com idades entre 60 e 75 anos e que não controlavam a doença tinham mais riscos de ter perda auditiva. Já as idosas que usavam medicamento para evitar a piora do diabetes tinham níveis de audição tão bons quanto as que não eram diabéticas.</p>
<p>O estudo também mostrou uma piora significativa da audição em todas as mulheres com menos de 60 anos com diabetes, mesmo que controlada, em comparação com aquelas que não tinham diabetes. Para os homens, não houve diferença significativa na audição entre aqueles com diabetes bem ou mal controlada.</p>
<p>&#8220;Certo nível de perda auditiva é normal no processo de envelhecimento para todos nós, mas muitas vezes essa perda é acelerada em pacientes com diabetes, especialmente se os níveis de glicose no sangue não estão sendo controlados com medicação e dieta&#8221;, disse Derek J. Handzo, do Departamento de Otorrinolaringologia Cabeça e Pescoço do Hospital Henry Ford. &#8220;Nosso estudo chama a atenção para importância de controlar o diabetes nos pacientes, principalmente à medida que envelhecem&#8221;, afirmou.</p>
<p>Entre os sinais de perda auditiva estão dificuldade de ouvir barulhos ou de ouvir conversas em grandes grupos de pessoas, além de ter que aumentar o volume da televisão ou do rádio.</p>
<p>Apesar da associação entre diabetes e perda auditiva já ter sido estudada anteriormente, a nova pesquisa mostra mais sobre a possibilidade de diminuir os níveis da perda auditiva em mulheres, caso a doença seja controlada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, cerca de 10 milhões de pessoas são portadoras da doença e aparecem 500 novos casos por dia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/diabetes-nao-controlada-aumenta-perda-auditiva-em-mulheres" target="_blank">Veja</a></p>
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		<item>
		<title>Novo remédio contra tipo grave de câncer de pele é aprovado no Brasil</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2012/01/23/novo-remedio-contra-tipo-grave-de-cancer-de-pele-e-aprovado-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[No laboratório]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vemurafenibe é indicado para os casos de melanoma avançado.
Medicamento serve para cerca de 50% dos casos da doença.
Um novo tratamento contra o melanoma avançado foi aprovado no fim de 2011 e agora está disponível para os pacientes brasileiros. O remédio se apresenta como uma alternativa à quimioterapia e, nos testes, teve resultados até melhores do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/novo-remedio-para-tratamento-de-cancer-de-pele-e-aprovado-no-brasil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-765" title="novo-remedio-para-tratamento-de-cancer-de-pele-e-aprovado-no-brasil" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/novo-remedio-para-tratamento-de-cancer-de-pele-e-aprovado-no-brasil.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em>Vemurafenibe é indicado para os casos de melanoma avançado.<br />
Medicamento serve para cerca de 50% dos casos da doença.</em></p>
<p>Um novo tratamento contra o melanoma avançado foi aprovado no fim de 2011 e agora está disponível para os pacientes brasileiros. O remédio se apresenta como uma alternativa à quimioterapia e, nos testes, teve resultados até melhores do que o tradicional método de combate ao câncer.</p>
<p>O melanoma é um tipo de tumor que se forma na pele. Nos casos mais avançados, chega ao ponto da metástase, quando o câncer se espalha por outros órgãos.</p>
<p>O medicamento que acaba de chegar se chama vemurafenibe, e seu nome comercial é Zelboraf. Antonio Buzaid, chefe-geral do Centro de Oncologia do Hospital São José, em São Paulo, explicou que o remédio faz parte da “família da terapia alvo”. “Ele ataca alvos específicos da célula cancerosa”, apontou o médico.</p>
<p>O alvo em questão é uma proteína ligada ao processo de disseminação do tumor no corpo. Em cerca de 50% dos casos de melanoma avançado, é uma mutação genética que causa a doença.</p>
<p>O vemurafenibe só funciona nesses casos, e existe um teste capaz de mostrar se cada paciente tem ou não a mutação, que deve ser feito antes do tratamento. O teste e o medicamento em si foram aprovados recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p>
<p>Em comparação com a quimioterapia, o remédio é mais eficiente. Os testes feitos até agora mostraram que 48,4% dos pacientes responderam ao tratamento com vemurafenibe, enquanto apenas 5,5% apresentam melhora com a quimioterapia.</p>
<p>O tempo médio de sobrevida sem nenhuma piora foi de 5,3 meses; na quimioterapia, esse tempo é de 1,6 mês. O risco de morte registrado no estudo foi 63% menor entre os pacientes tratados com o remédio.</p>
<p>“Pode não curar, mas claramente beneficia pacientes com melanoma metastático”, disse Buzaid. Por enquanto, o tratamento só é aprovado para os casos mais avançados, e novos estudos mostrarão se ela pode ser usada também antes que o tumor se alastre. Segundo o médico, os tratamentos de câncer geralmente começam a ser testados nas fases mais agudas da doença.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/01/novo-remedio-contra-tipo-grave-de-cancer-de-pele-e-aprovado-no-brasil.html" target="_blank">G1</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Má alimentação na gravidez causaria diabetes em bebês, diz pesquisa</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2012/01/16/ma-alimentacao-na-gravidez-causaria-diabetes-em-bebes-diz-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 15:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[No laboratório]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dieta pobre afeta distribuição de gordura no corpo dos bebês.
Estudo foi desenvolvido por cientistas do Reino Unido.
Pesquisadores das universidades Cambridge e Leicester, ambas no Reino Unido, constataram que mães que passam por uma dieta alimentícia pobre durante a gravidez correm o risco de ter um bebê que pode desenvolver diabetes tipo 2 e outras doenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/ma-alimentacao.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-760" title="ma alimentacao" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/ma-alimentacao-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a></p>
<p><em>Dieta pobre afeta distribuição de gordura no corpo dos bebês.<br />
Estudo foi desenvolvido por cientistas do Reino Unido.</em></p>
<p>Pesquisadores das universidades Cambridge e Leicester, ambas no Reino Unido, constataram que mães que passam por uma dieta alimentícia pobre durante a gravidez correm o risco de ter um bebê que pode desenvolver diabetes tipo 2 e outras doenças quando chegarem à vida adulta.</p>
<p>Segundo os cientistas, a descoberta facilita a forma de identificar pessoas com mais tendência a desenvolver tais patologias, facilitando o tratamento. A investigação científica foi publicada na última semana no periódico “Cell Death and Differentiation”.</p>
<p>Testes realizados em ratos apontam que os indivíduos que amamentam em mães que tiveram uma dieta pobre durante a gravidez são menos capazes de armazenar gorduras de forma correta pelo resto da vida, além de afetar a distribuição correta dessas gorduras pelo corpo. Caso contrário, elas poderão se acumular em áreas como o fígado, propenso ao desenvolvimento de doenças.</p>
<p>A equipe descobriu que o processo de armazenamento de calorias é controlado por uma molécula chamada miR-483-3p, produzida em níveis elevados em indivíduos que tiveram uma dieta pobre no ventre de sua mãe.</p>
<p>“Sabemos que a dieta da mãe durante a gravidez tem um papel importante na saúde da pessoa na fase adulta, mas os mecanismos do corpo que participam deste processo não são bem compreendidos. Agora, mostramos em detalhes como este mecanismo interliga uma dieta pobre a doenças que são percebidas à medida que envelhecemos”, diz Susan Ozanne, da Universidade Cambridge.</p>
<p>Fonte: http://g1.globo.com</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cota de importação para pesquisa científica é elevada</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2012/01/10/cota-de-importacao-para-pesquisa-cientifica-e-elevada/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 14:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discussões]]></category>

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		<description><![CDATA[
Governo elevou de US$ 500 milhões para US$ 650 milhões a cota de isenção para importações destinadas à pesquisa científica e tecnológica para o exercício de 2011
O governo elevou de US$ 500 milhões para US$ 650 milhões a cota de isenção para importações destinadas à pesquisa científica e tecnológica para o exercício de 2011. Essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/pesquisa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-753" title="pesquisa" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/pesquisa.jpg" alt="" width="408" height="300" /></a></p>
<p><em>Governo elevou de US$ 500 milhões para US$ 650 milhões a cota de isenção para importações destinadas à pesquisa científica e tecnológica para o exercício de 2011</em></p>
<p>O governo elevou de US$ 500 milhões para US$ 650 milhões a cota de isenção para importações destinadas à pesquisa científica e tecnológica para o exercício de 2011. Essas compras são isentas de Imposto de Importação e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).</p>
<p>As importações também ficam dispensadas do exame de similaridade, da emissão de guia de importação ou documento de efeito equivalente e controles prévios ao despacho aduaneiro.É possível comprar máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos, bem como suas partes e peças de reposição, por exemplo.</p>
<p>Para realizar a importação é necessário credenciamento junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Para produtos com valor superior a U$ 10 mil também é preciso fazer habilitação no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex).</p>
<p>Fonte: http://epocanegocios.globo.com</p>
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		<item>
		<title>Físicos anunciam ter &#8216;encurralado&#8217; a &#8216;partícula de Deus&#8217;</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2011/12/15/fisicos-anunciam-ter-encurralado-a-particula-de-deus/</link>
		<comments>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2011/12/15/fisicos-anunciam-ter-encurralado-a-particula-de-deus/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 15:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[No laboratório]]></category>

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		<description><![CDATA[
Bóson de Higgs seria responsável por massa dos átomos.
Dados foram apresentados na Suíça nesta terça.
Marília Juste e Mário Barra
Do G1, em São Paulo
Os físicos do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês) &#8220;encurralaram&#8221; a partícula conhecida como “bóson de Higgs” – apelidada de “partícula de Deus”, segundo anúncio feito nesta terça-feira (13), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/100623111357_higgs226.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-744" title="100623111357_higgs226" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/100623111357_higgs226.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a></em></p>
<p><em>Bóson de Higgs seria responsável por massa dos átomos.<br />
Dados foram apresentados na Suíça nesta terça.</em></p>
<p>Marília Juste e Mário Barra<br />
Do G1, em São Paulo</p>
<p>Os físicos do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês) &#8220;encurralaram&#8221; a partícula conhecida como “bóson de Higgs” – apelidada de “partícula de Deus”, segundo anúncio feito nesta terça-feira (13), em Genebra, na Suíça. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que não há dados suficientes para se confirmar que ela foi “descoberta”.<br />
O “bóson de Higgs” é uma partícula hipotética que seria a primeira com massa a existir após o Big Bang e responsável pela existência de massa em outras partículas do Universo. Para encontrá-la, os cientistam colidem prótons (que ficam no núcleo dos átomos) e procuram entre as partículas que surgem desse impacto.</p>
<p>Dois grupos independentes procuram o Higgs no Grande Colisor de Hádrons, do Cern, na Europa: o Atlas e o CMS. Eles não têm acesso aos dados um do outro e apresentaram seus resultados no mesmo simpósio nesta terça.<br />
A conclusão principal é que os cientistas ainda não acharam o Higgs &#8212; mas, se a partícula existe, eles agora sabem onde procurar.</p>
<p>Antes, é preciso entender uma coisa: os cientistas medem a massa das partículas como se fosse energia. Isso porque toda massa tem uma equivalência em energia. Se você calcula uma, tem o valor das duas. A unidade de medida usada é o gigaelétron-volt, ou &#8220;GeV&#8221;.<br />
Segundo o grupo Atlas, se o Higgs existir, ele tem uma massa entre 116 GeV e 130 GeV. Os dados do CMS mostram uma faixa bem próxima: entre 115 GeV e 127 GeV. Ou seja: é entre partículas nessa faixa de massa que os cientistas vão procurar.</p>
<p>O brasileiro Sérgio Novaes, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que é membro do CMS, sugere cautela na análise dos resultados. &#8220;Os dados não são conclusivos, a gente precisa lembrar sempre isso&#8221;, afirmou ele.</p>
<p><strong>Apresentação</strong></p>
<p>O primeiro grupo a falar foi o Atlas, com a italiana Fabíola Gianotti. Segundo ela, os cientistas já excluíram a possibilidade de encontrar o Higgs entre as partículas que têm entre 141 GeV e 476 GeV.<br />
De acordo com a cientista, o grupo conseguiu reduzir a janela de probabilidade onde a partícula deve estar. Dentro dela, a região onde estão partículas com 126 GeV de massa parece ter indícios fortes da presença do Higgs .<br />
Após o Atlas, Guido Tonelli, do CMS, apresentou os dados de sua equipe. Eles encontraram esses indícios mais fortes do Higgs em uma região um pouco abaixo, mas muito próxima: entre 123 GeV e 124 GeV de massa.<br />
Segundo os pesquisadores, hoje há cinco vezes mais dados do que no momento da última conferência, há seis meses.</p>
<p><strong>Modelo Padrão</strong></p>
<p>Os físicos têm uma teoria para explicar as partículas elementares do Universo – aquelas minúsculas que formam tudo que existe. Essa teoria se chama “Modelo Padrão”.<br />
O Modelo Padrão explica tudo que sabemos sobre o comportamento e o surgimento dessas partículas, menos uma coisa: por que elas têm massa? E essa é uma pergunta muito importante. O fato de as partículas terem massa é a razão pela qual qualquer coisa no mundo tem massa: o Sol, os planetas, eu e você.<br />
É aí que entra o bóson de Higgs. Diversos físicos – entre eles um britânico chamado Peter Higgs – descobriram um mecanismo teórico que tornaria possível que as partículas tivessem massa. Esse mecanismo – batizado de “mecanismo de Higgs” – prevê a existência de um “campo” que interage com tudo que existe no Universo. Essa interação faz com que as partículas ganhem massa.<br />
Para esse campo existir, é preciso também existir uma partícula especial e invisível. Os físicos pegaram essa proposta e aplicaram nos cálculos do Modelo Padrão e tudo fez sentido. A partícula invisível foi batizada em homenagem a Higgs.</p>
<p>De lá para cá, todas as outras partículas previstas pelo Modelo Padrão foram encontradas, menos essa. Encontrá-la é tão importante que os cientistas construíram na Europa um gigantesco colisor de partículas, conhecido como Grande Colisor de Hádrons, que é a maior máquina já feita pelo homem.<br />
Se, em vez de encontrá-la, os pesquisadores provarem, no entanto, que ela não existe, toda a teoria atual sobre a formação da matéria do Universo vai precisar ser revista.</p>
<p>Fonte: http://g1.globo.com/</p>
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		<title>É possível evitar mais de 40% dos casos de câncer, diz estudo</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2011/12/07/e-possivel-evitar-mais-de-40-dos-casos-de-cancer-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 15:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Distribuidor Autorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[
Cerca de 45% dos casos de câncer em homens e 40% dos registrados em mulheres no Reino Unido são causados pelo estilo de vida e podem ser prevenidos, diz um estudo publicado nesta terça-feira na revista médica The British Journal of Cancer.
A pesquisa, a mais extensa elaborada até hoje no Reino Unido, chegou à conclusão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/pesquisamercado.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-729" title="pesquisamercado" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/pesquisamercado-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Cerca de 45% dos casos de câncer em homens e 40% dos registrados em mulheres no Reino Unido são causados pelo estilo de vida e podem ser prevenidos, diz um estudo publicado nesta terça-feira na revista médica The British Journal of Cancer.</p>
<p>A pesquisa, a mais extensa elaborada até hoje no Reino Unido, chegou à conclusão que mais de 100 mil dos cânceres diagnosticados a cada ano neste país são causados por quatro fatores relacionados com o estilo de vida: tabaco, má alimentação, álcool e sobrepeso.</p>
<p>Segundo o estudo, realizado pela associação britânica Cancer Research UK e que levou em conta 14 fatores ambientais e de estilo de vida, o tabaco é o elemento mais determinante para o desenvolvimento de um câncer.</p>
<p>O tabaco é responsável por 23% dos casos de câncer em homens e por 15,6% das ocorrências em mulheres, sendo que os tipos mais frequentes são, além do de pulmão, o de bexiga, rim, pâncreas e colo do útero.<span id="more-725"></span></p>
<p>No total, 34% dos cânceres diagnosticados no Reino Unido em 2010, o que equivale a 106.845 casos, estavam vinculados a tabaco, alimentação, problemas com álcool e excesso de peso.</p>
<p>Entre os homens, 6,1% dos casos de câncer tinham relação com a falta de frutas e verduras na dieta, 4,9%, com o trabalho, 4,6%, com o álcool, e 4,1%, com o sobrepeso.</p>
<p>Além disso, segundo o estudo, 3,7% dos cânceres diagnosticados em homens têm como causa uma excessiva exposição aos raios ultravioletas.</p>
<p>No caso das mulheres, 6,9% dos diagnósticos de câncer estiveram vinculados ao sobrepeso, 3,7%, a infecções, e 3,6%, aos raios ultravioletas.</p>
<p>A falta de frutas e verduras na dieta foi determinante em 3,4% dos casos de câncer entre mulheres, enquanto o álcool foi responsável por 3,3% das ocorrências.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia"><em>http://www1.folha.uol.com.br/ciencia</em></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Médicos implantam em cérebro de cobaia neurônio criado em laboratório</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2011/11/24/medicos-implantam-em-cerebro-de-cobaia-neuronio-criado-em-laboratorio/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 18:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[No laboratório]]></category>

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		<description><![CDATA[
Resultado rompe uma barreira do uso terapêutico das células-tronco.
Tecnologia conhecida como optogenética foi utilizada no estudo.
Do G1, em São Paulo
Neurônios criados em laboratório foram implantados no cérebro de camundongos adultos e conseguiram se comunicar normalmente com as demais células, como se sempre tivessem feito parte daquele corpo. A pesquisa foi descrita na edição desta semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/neuronios_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-722" title="neuronios_1" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/neuronios_1-300x262.jpg" alt="" width="300" height="262" /></a></p>
<p><em>Resultado rompe uma barreira do uso terapêutico das células-tronco.<br />
Tecnologia conhecida como optogenética foi utilizada no estudo.</em></p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
<p>Neurônios criados em laboratório foram implantados no cérebro de camundongos adultos e conseguiram se comunicar normalmente com as demais células, como se sempre tivessem feito parte daquele corpo. A pesquisa foi descrita na edição desta semana da revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)”.</p>
<p>Os neurônios foram criados a partir de células-tronco embrionárias humanas, que foram estimuladas em laboratório para tomar essa forma.</p>
<p>Fazer com que a célula implantada se integre ao tecido em que é colocada, como essa pesquisa da Universidade de Wisconsin, em Madison (EUA), conseguiu, é um dos maiores desafios para o uso terapêutico das células-tronco.<br />
“Nós mostramos pela primeira vez que essas células transplantadas conseguem ouvir e falar com os neurônios vizinhos em um cérebro adulto”, afirma Jason Weick, autor do estudo.<br />
Para conseguir fazer essa integração, a equipe de cientistas usou luz, em vez de correntes elétricas, para estimular a atividade dos neurônios. Essa tecnologia é conhecida como optogenética.<br />
“Antes, estávamos limitados na eficiência com que conseguíamos estimular as células transplantadas. Agora, temos uma ferramenta que nos permite estimular especificamente as células humanas transplantadas, e muitas delas de maneira não invasiva”, explica Weick.<br />
As células-tronco embrionárias, assim como as células-tronco de pluripotência induzida, podem se transformar em células de qualquer um dos 220 tipos de tecidos do corpo humano.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/">http://g1.globo.com</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sangue gerado em laboratório é injetado em voluntário</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2011/11/17/sangue-gerado-em-laboratorio-e-injetado-em-voluntario/</link>
		<comments>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2011/11/17/sangue-gerado-em-laboratorio-e-injetado-em-voluntario/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 11:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[No laboratório]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cmscientifica.com.br/?p=715</guid>
		<description><![CDATA[
Pela primeira vez cientistas conseguem injetar com sucesso no organismo humano células vermelhas do sangue desenvolvidas a partir de células-tronco
Células vermelhas do sangue geradas em laboratório foram injetadas com sucesso em um voluntário pela primeira vez. A informação foi publicada na mais recente edição da revista científica americana New Scientist. O procedimento é um passo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/sangue.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-716" title="sangue" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/sangue.jpg" alt="" width="299" height="168" /></a></p>
<p><em>Pela primeira vez cientistas conseguem injetar com sucesso no organismo humano células vermelhas do sangue desenvolvidas a partir de células-tronco</em></p>
<p>Células vermelhas do sangue geradas em laboratório foram injetadas com sucesso em um voluntário pela primeira vez. A informação foi publicada na mais recente edição da revista científica americana New Scientist. O procedimento é um passo vital para que, no futuro, todo o sangue usado em transfusões possa ser feito no laboratório, dispensando as doações.</p>
<p>Os cientistas da Universidade Pierre e Marie Curie, na França, extraíram células-tronco da medula óssea de um voluntário e as estimularam a se transformar em células vermelhas do sangue. Todas as células foram marcadas para que os pesquisadores pudessem acompanhá-las. Em seguida, a equipe injetou dois mililitros do sangue gerado em laboratório no corpo do mesmo doador das células-tronco.</p>
<p>Depois de cinco dias, entre 94% e 100% das células marcadas pelos pesquisadores permaneciam em circulação no corpo do voluntário. Após 26 dias, a taxa caiu para entre 41% e 63%. Os números são comparáveis à sobrevivência das células vermelhas naturais. O sangue criado em laboratório também parece seguro. As células não se transformaram em tipos malignos e se comportaram como células vermelhas normais, transportando o oxigênio pelo corpo.</p>
<p>O próximo passo será aumentar a produção do sangue gerado em laboratório até que as células vermelhas possam ser feitas rapidamente e em quantidades suficientes para transfusão sanguínea. Os médicos precisariam de 200 vezes mais sangue do que os dois mililitros cultivados pelos pesquisadores da França. Os especialistas acreditam que vão precisar ainda de vários anos para que a técnica ganhe escala.</p>
<p>Fonte: http://veja.abril.com.br</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasileiros descobrem novo alvo para tratamento de Parkinson</title>
		<link>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2011/11/10/brasileiros-descobrem-novo-alvo-para-tratamento-de-parkinson/</link>
		<comments>http://www.cmscientifica.com.br/index.php/2011/11/10/brasileiros-descobrem-novo-alvo-para-tratamento-de-parkinson/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 18:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Corte do neurotransmissor acetilcolina pode reduzir efeitos da doença.
Grupo começou pesquisa na UFMG e hoje trabalha no Canadá.
Tadeu Meniconi
Do G1, em São Paulo
O mal de Parkinson, entre outros efeitos, desregula a produção de neurotransmissores, substâncias químicas que fazem a comunicação entre as células do cérebro. Uma pesquisa publicada pela revista científica “PLoS Biology” mostra que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/parkinson.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-711" title="parkinson" src="http://www.cmscientifica.com.br/wp-content/themes/modularity/images/parkinson.jpg" alt="" width="247" height="249" /></a></p>
<p><em>Corte do neurotransmissor acetilcolina pode reduzir efeitos da doença.<br />
Grupo começou pesquisa na UFMG e hoje trabalha no Canadá.</em></p>
<p>Tadeu Meniconi<br />
Do G1, em São Paulo</p>
<p>O mal de Parkinson, entre outros efeitos, desregula a produção de neurotransmissores, substâncias químicas que fazem a comunicação entre as células do cérebro. Uma pesquisa publicada pela revista científica “PLoS Biology” mostra que a eliminação de uma dessas substâncias pode evitar que a doença se manifeste.</p>
<p>Trabalhando com camundongos, os cientistas conseguiram, com uma alteração genética, cortar a produção do neurotransmissor acetilcolina em uma região do cérebro chamada de corpo estriado.</p>
<p>Com o corte, eles perceberam que muitas funções que eram creditadas à acetilcolina são feitas por outro transmissor, chamado glutamato. Por isso, sua ausência não traz consequências graves para o corpo estriado. O resultado foi recebido com surpresa.</p>
<p>“A descoberta é que um mesmo neurônio pode secretar dois tipos de neurotransmissores e que eles podem regular o comportamento de maneira diferente”, afirma Marco Prado, um dos autores da pesquisa. “O conceito já existia, mas não havia evidências, é a primeira vez”, completa.</p>
<p>Prado é brasileiro e começou a pesquisa na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2008, se transferiu com todo o seu grupo para a Universidade de Western Ontario, no Canadá.</p>
<p><strong>Dopamina</strong></p>
<p>A redução na taxa de acetilcolina é importante pela influência que ela causa sobre outro neurotransmissor: a dopamina. Quando uma está em alta, a outra está em baixa. Quando os cientistas cortaram a acetilcolina, a taxa de dopamina dos camundongos subiu.</p>
<p>Isso pode ser usado para tratar o mal de Parkinson, já que ele está relacionado à queda nos níveis de dopamina no corpo estriado do cérebro.</p>
<p>“Uma das coisas que a gente tem expectativa de fazer é usar o mesmo tipo de técnica para tratar um modelo animal da doença de Parkinson”, projeta Prado. Se a técnica der certo em repetidos testes com animais, pode até vir a ser aplicada em humanos, acredita o cientista.</p>
<p>Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude</p>
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